Espaço dos Satyros Um

 

Confira os espetáculos em cartaz no Espaço dos Satyros Um

Programação sujeita a alterações
É recomendável telefonar para confirmação.

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Companhia de Teatro Os Satyros
Parlapatões e Satyros sobem ao palco

Novo solo do parlapatão Hugo Possolo com direção de Rodolfo García Vázquez

 

De 24 de maio a 29 de junho 

Sextas e Sábados às 20h30

 

 Texto inédito de Hugo Possolo, a peça teatral Eu Cão Eu estreia no dia 24 de maio, seguida do lançamento do livro (Editora Giostri), no Auditório do Sesc Pinheiros. A história relata um dia qualquer do cotidiano de um homem, até então, comum, que está insatisfeito com sua vida e passa admirar um vira-lata e sua liberdade de andar tranquilamente pelas ruas da cidade.

 

Seu instinto é seguir o faro do cão para descobrir becos e esquinas por onde ele passa, refletindo a complexa semelhança entre o cão e sua própria identidade.

 

Passando por várias situações e presonagens do centro da cidade, o homem anônimo se depara com suas dúvidas sobre sua existência e o fazem sentir preso ao cão como um vício incurável.

 

O desfecho da peça aponta para além do entrosamento dos dois personagens, homem e cão, releva como podem perceber o mundo até o último suspiro de suas vidas.

 

A peça reúne pela primeira vez artistas dos grupos teatrais Parlapatões, do autor e ator Hugo Possolo, e dos Satyros, na direção de Rodolfo García Vázquez. Diferente da grande maioria dos trabalhos de Possolo, em geral voltados ao humor, é um drama, abordado pela direção de Vázquez em uma encenação com raros efeitos de som e luz, apoiada apenas na intrerpretação do ator-autor.

 


 

 Ficha Técnica - Resumida
Texto e atuação: Hugo Possolo
Direção: Rodolfo García Vázquez
Cenografia, trilha sonora e iluminação: Rodolfo García Vázquez
 
Programação visual: Werner Schulz 
Fotos e vídeos: Zeca Rodrigues 
Comunicação: Dhaianny Vieira
 
Produção Executiva: Erika Horn
Coordenação de Produção: Hugo Possolo e Raul Barretto
Uma parceria Satyros e Parlapatões
Realização: Parlapatões / Agentemesmo Produções Artísticas
 
 
Serviço
Eu Cão Eu
Dias: 24/05 a 29/06. Sexta e sábados, às 20h30.
Local: Auditório, 3º andar
Capacidade: 98 lugares. 
Duração: 50 minutos
Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos.
Ingressos: R$ 5,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes), R$ 10,00 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante) e R$ 20,00 (inteira)
 
Sesc Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195. 
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30. Sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30. 
Tel.: (11) 30959400
 
ESTACIONAMENTO COM MANOBRISTA (VAGAS LIMITADAS): Veículos, motos e bicicletas. Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h
Taxas: Matriculados no Sesc: R$ 6,00 nas três primeiras horas e R$ 1,00 a cada hora adicional;
Não matriculados no Sesc: R$ 8,00 nas três primeiras horas e R$ 2,00 a cada hora adicional;
Obs.: O estacionamento para bicicletas é gratuito
 
Assessoria de Imprensa do Sesc Pinheiros:
Telefones: (11) 3095 9425 ou 3095 9423
Com Fernanda Monteiro | Silvio Basilio | Lívia Donadeli
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Contatos para Imprensa dos Parlapatões:
Tel.: (11) 3016 97999 
Com Dhaianny Vieira
comunicaçã Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
 
www.parlapatoes.com.br
 
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Os Satyros reestreiam “Inferno na Paisagem Belga”

 

 Os Satyros reestreiam “Inferno na Paisagem Belga”, na próxima sexta-feira 5 de abril as 21h.

 

O espetáculo aborda, de forma livre e associative, a relação e a obra de dois gênios da Literatura Universal, Paul Verlaine e Arthur Rimbaud. Os dois poetas franceses se conheceram em uma Paris pós Comuna e viveram um tórrido romance que impactou a obra de ambos de forma radical, e consequentemente, a história da Poesia Moderna.

 

A obra se inicia como uma palestra, onde os atores fazem uma explanação sobre a vida e obra de Verlaine e Rimbaud. Em seguida, passam a definir os estados de paixão vividos por eles, de acordo com a teoria cartesiana das paixões.

 

Como em Rimbaud e Verlaine, poesia e vida se transformaram em uma única coisa, os atores se desafiam a encontrar este local mágico no palco do teatro. No entanto, eles estão conscientes da impossibilidade dessa experiência. O público é convidado então a acompanhar o fracasso da vivencia radical proposta pelos atores.

A partir deste momento, o público mergulha em sensações, poemas, imagens e ações em uma espiral delirante e inesperada.

 

Buscando a relação da poesia destes dois grandes poetas da Literatura Universal com a sensibilidade contemporânea, Os Satyros realizam um trabalho com o lirismo decadentista do nosso tempo.